domingo, 13 de março de 2011

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Em 7 dias conhecemos o mesmo lugar de jeitos completamente diferentes. Chegamos debaixo de chuva e ficamos em uma hospedaria do tipo albergue, em cima de uma lan house, de paredes e piso escuros, frios e úmidos. Cheia, a cidade estava sempre em movimento e numa barulheira confusa. Mas de gente de boa que apesar da presença imponente não chateava nem atrapalhava ninguém. Rock city, nos dois sentidos, São Tomé tem night, de rock e de reggae, no Bar DoDois ou no Laricas da Montanha. Pra quem gosta e tem atitude rock’n roll, liberdade e respeito “é uma sociedade alternativa. E não uma alternativa para a sociedade”. Claro, prestigiados por ninguém menos que Ventania, fruto da terra. Da terra também, os meninos da banda Derivados da Natureza, que se divertem tocando e estão em toda parte, nos bares, nas cachus, nos caminhos... Esses primeiros dias foram bons pra conhecer o lugar e pra namorar (como não?).

Junto com o movimento foi embora também, a chuva. E o sol apareceu pra acompanhar a gente pelas cachoeiras e grutas, junto com companheiros de passeio super divertidos, hahaha, imagina, quatro coroas descoladas, um casal que vai noivar em agosto e já passou uma noite brigando pq atolaram em uma de suas aventuras, além de uma menina que sabia fazer pose pra foto de biquíni como ninguém (com o namorado, é claro!).

Nos dias de sol ficamos também em outra hospedaria, ai pronto! parecia outro lugar... deu pra ir pra outras cachoeiras, seguir o leito do rio pela fazenda e até ter que correr da vaca, chifruda e brava que não gostou da idéia de tirar foto. Encontramos também um cachorro deitadinho na frente da porteira de uma fazenda que, quando viu a gente passando, literalmente gritou até a gente parar e fazer carinho, depois nos seguiu até a cachoeira e resolveu voltar pra casa.

Vale conhecer a pedreiras, tomando cuidado com os horários de explosão, e comer no Massaroca, restaurante que é bom tanto na comida, como no atendimento e no ambiente. Mas tem que comer qualquer coisa feita na pedra... fica tudo muito bom! Conhecendo melhor o lugar, os últimos dias foram bons pra explorar os picos, alimentar e dar remédio aos cãezinhos e pra namorar (como não?!? He).

De São Tomé, só não foi bom vir embora...

sábado, 12 de março de 2011

São Tomé das Letras



...das pedras, das águas, dos cães, das trilhas, do rock, do frio...

São Tomé é, definitivamente, um lugar pra se ficar em paz, com vc mesmo, com os bichos, com a comida, com os outros, com o mundo. Feita de pedra, a cidade é circundada por cachoeiras e florestas, guiadas e guardadas pelos cachorros que estão em toda parte (graças a deus!). Pelas trilhas a gente sobe nas pedras e desce, de rapel se tiver coragem e bons instrutores como foi nosso caso, pacientes com meu medo e apaixonados pelo lugar onde moram. Junto com a gente pelas trilhas vinham os cães e as historias mágicas do lugar, tipo a Pedra da bruxa que, na verdade é uma casa, o Cruzeiro que mudou de lugar pq foi destruído por um raio e um mirante, que só faz valorizar a vista que esta sempre presente em qq momento que se pare p olhar p ela. Ah! Tem o discoporto, mas parece que tem que rolar um outro tipo de conexão pra ter contato com os duendes e ET.s hehehe (louco, louco, louco, louco melo, cogumelos azuis).


Bom pra comer, bom pra dormir, bom pra correr e parar, o lugar tem um magnetismo único, que tira de Sampa alguns, do Rio outros e por conta disso mistura os sotaques de um jeito gostoso, com um tempero mineiro que ninguém pode negar. Tão magnético que tem uma ladeira que faz o carro subir desligado, é “quanta doideira, amigo, quanta doideira”, a Ladeira do Amendoim fica a 1km à pé e a 6km de carro, pra comprovar que o lugar é pra quem gosta de se aventurar pelo mato, por entre as pedras.

Das pequenas nascentes às grandes quedas d’água os caminhos são coloridos pelas borboletas que não repetem cores nem padrões, são unicamente diferentes como as pedras, que são todas são Tomé, mas se vc olhar de perto têm desenhos e tons de cores sutilmente colocados.

terça-feira, 5 de outubro de 2010

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De tempos em tempos a vida se renova... e gira ao contrário, tipo a energia do mar...
De tempos em tempos as coisas mudam pra nunca mais... e as marcas são fortes e inesquecíveis...
Confusaaaa a vida corre enquanto a gente tenta alcança-la...
."o meu mundo não é como o dos outros, quero demais, exijo demais; Há em mim uma sede de infinito, uma angústia constante que nem eu mesma compreendo, pois estou longe de ser uma pessoa; sou antes uma exaltada, com uma alma intensa, violenta, atormentada; Uma alma que não se sente bem onde está, que tem saudade...sei la de que...".

Beijos e um Yo (à pedido do DJ, he)

domingo, 11 de julho de 2010

vamos viver!!


Gosto de ter consciência das fases da minha vida!!! Gosto mesmo... aproveitei e aproveito cada uma delas demais... não tenho um fase morna, mergulhei de cabeça em todas elas. Enfrentei meus medos mais intensos, vivi a solidão inevitável de ser e vivi a solidão que escolhi.
Mais um ciclo começa a se fechar... e meus olhos, definitivamente, brilham com as portas que se abrem diante deles.
Tenho um filtro que mantém portas especiais abertas pra voltar se for preciso, e tranco com cadeados, correntes e armadilhas aquelas que não quero que se abram nunca mais (sim, eu sei, minha analista não vai deixá-las assim) mas pelo menos até lá me preparo pra encará-las de braços abertos... não quero passar por nenhum lugar, por nenhuma situação sem intensidade e sem a mente aberta...
Algumas sensações são eternas...

beijos, beijos

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Opa! tem escritora saindo do forno!


Agora sim!!! olha ai a publicação da Tute Braga no Correio braziliense! do blog Morando Junto!!

tem ai oh --> nos Interessantes!!

beijocasss

quarta-feira, 19 de maio de 2010

AS ESCOLHAS DE UMA VIDA (Pedro Bial)




A certa altura do filme Crimes e Pecados, o personagem interpretado por Woody Allen diz:
"Nós somos a soma das nossas decisões".
Essa frase acomodou-se na minha massa cinzenta e de lá nunca mais saiu.
Compartilho do ceticismo de Allen:
A gente é o que a gente escolhe ser, o destino pouco tem a ver com isso.
Desde pequenos aprendemos que, ao fazer uma opção, estamos descartando outra, e de opção em opção vamos tecendo essa teia que se convencionou chamar "minha vida".
Não é tarefa fácil.
No momento em que se escolhe ser médico, se está abrindo mão de ser piloto de avião.
Ao optar pela vida de atriz, será quase impossível conciliar com a arquitetura.
No amor, a mesma coisa:
Namora-se um, outro, e mais outro, num excitante vaivém de romances.
Até que chega um momento em que é preciso decidir entre passar o resto da vida sem compromisso formal com alguém, apenas vivenciando amores e deixando-os ir embora quando se findam, ou casar, e através do casamento fundar uma microempresa, com direito a casa própria, orçamento doméstico e responsabilidades. As duas opções têm seus prós e contras:
Viver sem laços e viver com laços...
Escolha:
Beber até cair ou virar vegetariano e budista?
Todas as alternativas são válidas, mas há um preço a pagar por elas.
Quem dera pudéssemos ser uma pessoa diferente a cada 6 meses, ser casados de segunda a sexta e solteiros nos finais de semana, ter filhos quando se está bem-disposto e não tê-los quando se está cansado.
Por isso é tão importante o auto conhecimento.
Por isso é necessário ler muito, ouvir os outros, estagiar em várias tribos, prestar atenção ao que acontece em volta e não cultivar preconceitos.
Nossas escolhas não podem ser apenas intuitivas, elas têm que refletir o que a gente é.
Lógico que se deve reavaliar decisões e trocar de caminho:
Ninguém é o mesmo para sempre.
Mas que essas mudanças de rota venham para acrescentar, e não para
anular a vivência do caminho anteriormente percorrido.
A estrada é longa e o tempo é curto.
Não deixe de fazer nada que queira, mas tenha responsabilidade e maturidade para arcar com as conseqüências destas ações.
Lembrem-se:
Suas escolhas têm 50% de chance de darem certo, mas também 50% de chance de darem errado.
A escolha é sua.."

domingo, 21 de março de 2010

mais uma...


Dessa vez a coisa ficou complicada... viagem pro interior de nós mesmos nunca é fácil... pensaer em escolhas, pensar nos que buscamos... buscar...
Fica difícil qnd a gente acha que quer uma coisa mas busca em atitudes outra... completamente diferente... ta tudo assim... como a praia da foto... praia de rio, turva e agitada!

miss u!!!

beijosssssss