...das pedras, das águas, dos cães, das trilhas, do rock, do frio...
São Tomé é, definitivamente, um lugar pra se ficar em paz, com vc mesmo, com os bichos, com a comida, com os outros, com o mundo. Feita de pedra, a cidade é circundada por cachoeiras e florestas, guiadas e guardadas pelos cachorros que estão em toda parte (graças a deus!). Pelas trilhas a gente sobe nas pedras e desce, de rapel se tiver coragem e bons instrutores como foi nosso caso, pacientes com meu medo e apaixonados pelo lugar onde moram. Junto com a gente pelas trilhas vinham os cães e as historias mágicas do lugar, tipo a Pedra da bruxa que, na verdade é uma casa, o Cruzeiro que mudou de lugar pq foi destruído por um raio e um mirante, que só faz valorizar a vista que esta sempre presente em qq momento que se pare p olhar p ela. Ah! Tem o discoporto, mas parece que tem que rolar um outro tipo de conexão pra ter contato com os duendes e ET.s hehehe (louco, louco, louco, louco melo, cogumelos azuis).
Bom pra comer, bom pra dormir, bom pra correr e parar, o lugar tem um magnetismo único, que tira de Sampa alguns, do Rio outros e por conta disso mistura os sotaques de um jeito gostoso, com um tempero mineiro que ninguém pode negar. Tão magnético que tem uma ladeira que faz o carro subir desligado, é “quanta doideira, amigo, quanta doideira”, a Ladeira do Amendoim fica a 1km à pé e a 6km de carro, pra comprovar que o lugar é pra quem gosta de se aventurar pelo mato, por entre as pedras.
Das pequenas nascentes às grandes quedas d’água os caminhos são coloridos pelas borboletas que não repetem cores nem padrões, são unicamente diferentes como as pedras, que são todas são Tomé, mas se vc olhar de perto têm desenhos e tons de cores sutilmente colocados.





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