Em 7 dias conhecemos o mesmo lugar de jeitos completamente diferentes. Chegamos debaixo de chuva e ficamos em uma hospedaria do tipo albergue, em cima de uma lan house, de paredes e piso escuros, frios e úmidos. Cheia, a cidade estava sempre em movimento e numa barulheira confusa. Mas de gente de boa que apesar da presença imponente não chateava nem atrapalhava ninguém. Rock city, nos dois sentidos, São Tomé tem night, de rock e de reggae, no Bar DoDois ou no Laricas da Montanha. Pra quem gosta e tem atitude rock’n roll, liberdade e respeito “é uma sociedade alternativa. E não uma alternativa para a sociedade”. Claro, prestigiados por ninguém menos que Ventania, fruto da terra. Da terra também, os meninos da banda Derivados da Natureza, que se divertem tocando e estão em toda parte, nos bares, nas cachus, nos caminhos... Esses primeiros dias foram bons pra conhecer o lugar e pra namorar (como não?).
Junto com o movimento foi embora também, a chuva. E o sol apareceu pra acompanhar a gente pelas cachoeiras e grutas, junto com companheiros de passeio super divertidos, hahaha, imagina, quatro coroas descoladas, um casal que vai noivar em agosto e já passou uma noite brigando pq atolaram em uma de suas aventuras, além de uma menina que sabia fazer pose pra foto de biquíni como ninguém (com o namorado, é claro!).
Nos dias de sol ficamos também em outra hospedaria, ai pronto! parecia outro lugar... deu pra ir pra outras cachoeiras, seguir o leito do rio pela fazenda e até ter que correr da vaca, chifruda e brava que não gostou da idéia de tirar foto. Encontramos também um cachorro deitadinho na frente da porteira de uma fazenda que, quando viu a gente passando, literalmente gritou até a gente parar e fazer carinho, depois nos seguiu até a cachoeira e resolveu voltar pra casa.
Vale conhecer a pedreiras, tomando cuidado com os horários de explosão, e comer no Massaroca, restaurante que é bom tanto na comida, como no atendimento e no ambiente. Mas tem que comer qualquer coisa feita na pedra... fica tudo muito bom! Conhecendo melhor o lugar, os últimos dias foram bons pra explorar os picos, alimentar e dar remédio aos cãezinhos e pra namorar (como não?!? He).
De São Tomé, só não foi bom vir embora...





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